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19.Jan.2016 | 04:22
 
Delegado de Caturama nega versão da PM de liberação de suspeitos por falta de atendimento em delegacia
 

Dois supeitos haviam sido detidos pela PM depois de passar horas dentro de Honda Civic, uma Hillux e uma L200 com vários suspeitos foram vistas com eles minutoas antes, disse PM. (Foto: Divulgação).
 

Semana passada divulgamos no nosso portal uma matéria a respeito de uma abordagem, que envolveu policiais militares de Paramirim, Caturama e da CIPE-Sudoeste, na cidade de Caturama, Bahia. Todas informações contidas na reportagem foram baseada em informações oficiais da 46ª CIPM, passadas através de release para a toda  a imprensa local para divulgação, e o L12 Notícias, sem tomar partido relativamente ao assunto, assim como boa parte da imprensa baiana, repercutiu o teor do que, supostamente, teria ocorrido na madrugada do dia 14 de janeiro, naquela Cidade. Leia trecho da informação da polícia à imprensa “PM frustra possível assalto a bancos em Paramirim - Por volta de 01h00min hora de hoje, 14/1, foram vistos vários indivíduos defronte a um posto de combustível na cidade de Caturama, em três veículos suspeitos: Cerato prata, Hilux branca e uma Pick-up L200. Os PMs de Paramirim foram acionados, no sentido de solicitar apoio à CIPE/Sudoeste, que se encontrava na área, e as guarnições operassem na averiguação. Foi encontrado o veículo Cerato, cor prata, placa OLC 5848, com 2 elementos e, após a abordagem, foi verificado que ambos tinham passagem pela polícia. São os suspeitos: [...], os quais foram conduzidos para a delegacia, contudo não havia qualquer preposto da Polícia Civil para recepcionar a ocorrência, sendo liberados no local, após anotações de seus dados. Os outros dois veículos não foram localizados, apesar de várias buscas no local”.  
 

Sobre o caso, o delegado de Caturama, Márcio Tito Moreno Oliveira, enviou, ao L12 Notícias, um documento relatando sua versão sobre suposta falta de “prepostos” da polícia civil na delegacia naquela madrugada para recepcionar a ocorrência e fazer a checagem dos suspeitos conduzidos pela PM. Salientou que, com o efetivo que dispõe não há possibilidade de manter plantões durante noites e madrugadas. “os servidores da Delegacia de Polícia de Caturama, um Delegado, um investigador e dois servidores cedidos pela prefeitura, trabalham em escala ordinária do Estado, ou seja, de segunda a sexta-feira, das 08h00minh as 12:00h e das 14:00h as 18:00h. Não tendo, pois, pelo exíguo quadro funcional, possibilidade de haver plantões durante as noites e madrugadas". Ele relatou ainda que jamais a delegacia deixou, mesmo fora de tais períodos, de atender os casos de urgência, como lavratura de auto de prisão em flagrante, levantamento cadavéricos, entre outros.

No documento o delegado disse também que na madrugada da ocorrência um soldado da polícia militar de nome Onário, que trabalha em Caturama,  teria telefonado para o escrivão daquela delegacia, cujo mesmo passou o telefone para ele, no qual o soldado Onário, após narrar a situação “segundo ele, por solicitação da CIPE Sudoeste, indagou-me, diante das circunstância, se era possível  ‘segurar’ (leia-se prender) os elementos, mesmo sem flagrante delito ou mandado judicial de prisão em aberto [...]". O bel relatou que teria respondido ao soldado que, quanto aos suspeitos abordados, “não poderia prendê-los naquelas condições por ele descritas”, em razão de não haver flagrante e nem prisão em aberto. “caso contrário eu teria de responder administrativamente e judicialmente pela conduta ilegal”, relatou. Ele teria dito ao soldado que a delegacia estaria a disposição para receber os veículos, os quais seriam, mesmo sem restrição criminal, vistoriados para fins de investigação. Reforçou que o soldado se comprometeu em passar a situação para a CIPE e depois lhe retornaria. “fato, todavia, que não ocorreu”. Teria orientado ao escrivão, caso a CIPE procedesse qualquer apresentação era para ele manter contato, o que motivaria o deslocamento dele até a delegacia. O que não veio a ocorrer, segundo o bacharel. “[...] a versão da forma apresentada que, segundo a própria matéria tem como fonte única a polícia militar, é absolutamente inverídica quanto à citação do Delegado de Polícia de Caturama”, escreveu.

Nosso comentário

Como já foi mencionado anteriormente, as informações divulgadas na reportagem baseou-se na informação apresentada por uma instituição considerada séria, que é a Polícia Militar. Embora a redação do Site não tenha citado o nome do ilustríssimo delegado Márcio Tito, lhe foi concedido direito de externar a sua versão, para não pairar nenhuma dúvida sobre a seriedade do nosso trabalho. Em contrapartida, não há notícias se a missiva enviada à nossa redação pelo Delegado também foi protocolada pelos demais veículos de comunicação que deram publicidade àquele fato, ou exclusiva ao L12.  


 
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Suposta negligência médica leva paciente a óbito no Hospital de Brumado
Carla Lobo
Ai quando a população se revolta e faz logo um barraco eles ainda querem chamar a policia pq desacatar...
 
Suposta negligência médica leva paciente a óbito no Hospital de Brumado
Luciana Oliveira
Mas ñ é só em brumado não precisamos de pessoas mais competentes no atendimento aqui em livramento também....principalmente...
 
Suposta negligência médica leva paciente a óbito no Hospital de Brumado
Carlos Romerio
Isso é geral, aqui em Rio de Contas tbm é assim, pensam que são o dono do mundo.
 
Suposta negligência médica leva paciente a óbito no Hospital de Brumado
Carla Lobo
E já que o filho procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência espero que não fique por isso...
 
 
 
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